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Críticas

Jurassic Park 3

Novamente presos numa ilha com monstrossauros do mau. Nada de novo no front, neste volume 3.

Por Luiz Joaquim | 12.04.2018 (quinta-feira)

-Publicado originalmente no dia 20 de Julho de 2001 no site “Tô na Boa”

Foi em 1976, com Tubarão, que Steven Spielberg devolveu ao público de cinema a sensação que o longínquo King Kong original (de 1933) implantara nos filmes. A sensação de terror por criatura bestiais. Em 1993, Spielberg reascendeu nesse mesmo público a agonia de ser perseguido por um monstro aparentemente indestrutível com Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros. Mais tarde veio a seqüência com O Mundo Perdido: Jurassic Park (filme que tornou-se a maior bilheteria da história do cinema no fim-de-semana de seu lançamento – 92,700 milhões de dólares); e hoje (20.jul.2001) estréia a terceira produção da franquia: Jurassic Park III (idem, EUA, 2001)

O dedo de Spielberg aqui só tocou na produção, quem vem à frente dessa seqüência é o diretor Joe Johnston (de Céu de Outubro). Outro detalhe que pode interferir na sua decisão de ver ou não o filme no cinema: este é o primeiro longa da série que não foi adaptada de um livro de Michael Crichton, muito embora utilize personagens e idéias criados pelo autor.

Desta vez, o paleontólogo Alan Grant (Sam Neill) se vê em apuros com a decadência da companhia InGen, até que um ricaço e sua esposa resolvem lhe fazem uma proposta: eles lhe preenchem um cheque no valor que Grant desejar para acompanha-los na ilha Sorna, uma segunda instalação da InGen. Uma vez sobrevoando o local, o helicóptero é interceptado por uma criatura gigantesca, obrigando o piloto chocar a aeronave contra uma árvore. Preso novamente numa ilha repleta de dinossauros clonados, o Dr. Grant descobre que o casal milionário não passam de pé-rapados interessados em resgatar o filho de 14 anos.

A partir daí, a mesma correria presente nas edições anteriores. O efeitos não são mais impressionantes que os elaborados para as versões anteriores. O destaque fica para os novos vilões: o enorme espinossauro, que pode caçar tanto em terra como debaixo da água, e os pteranodontes voadores.

Viajem no tempo – Outro filme deve chamar a atenção da molecada. Trata-se de Dungeons & Dragons (idem, EUA, 2001), de Courtney Solomon. Sua sinopse diz: O Império de Izmer, há muito tempo, é uma terra dividida. De um lado estão os Magos, poderosos feiticeiros que fazem com que os humildes cidadãos sejam cada vez mais explorados. Do outro está a jovem Imperatriz Savina (Thora Birch), que deseja igualdade e prosperidade para todos do seu reino. Porém, o Mago Profion (Jeremy Irons) tem planos de tomar para si o reino de Savina e, para combatê-lo, a jovem imperatriz contrata um bando de aventureiros liderados por um ladrão (Just Whalin), que precisa achar um artefato místico que pode destruir os planos de Profin: um bastão mágico que concede a quem o possui o domínio dos dragões vermelhos.

 

 

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