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Festivais

24º Cine PE (2020) – Seleção

Festival recifense acontece entre 23 e 25/11 pela plataforma streaming Canais Globo, ex-Canal Brasil Play

Por Luiz Joaquim | 11.11.2020 (quarta-feira)

– com informações da assessoria do Cine-PE. Na foto acima, imagem do longa-metragem Mudança, de Fabiano de Souza, que integra a competição.

Na tarde de ontem (9), a assessoria de comunicação do Cine PE anunciou sua seleção de filmes que comporão o programa competitivo da 24ª edição do evento, agendado para acontecer entre 23 e 25 de novembro. O festival vai apresentar três programas que juntos somam 37 títulos: seis longas-metragens, 23 curtas-metragens na competição nacional e oito curtas-metragens na competição pernambucana.

Conforme o informativo do festival: “Prevista inicialmente para o mês de maio, a 24ª edição do festival (…) será realizada exclusivamente pelo Canal Brasil na televisão e na internet – por meio da plataforma de streaming Canais Globo (antigo Canal Brasil Play) –, além da TV Pernambuco [tevê aberta, no estado, no canal 11.1 ], uma vez que ainda não é recomendável a realização de eventos presenciais de grande porte”.

Nos dias 23, 24 e 25 de novembro, “a programação do horário nobre do Canal Brasil será ocupada pelos longas-metragens selecionados para a mostra competitiva do Novo Cine PE (como está sendo chamado pela produção), sendo dois por noite, a partir das 18h, com exibição simultânea no streaming Canais Globo.  Já os 31 curtas escolhidos para as mostras competitivas de curtas-metragens Nacional e Pernambuco ficarão disponíveis online, para assinantes da plataforma Canais Globo, durante os três dias de festival, o que vai possibilitar que os cinéfilos assistam às películas nos horários que lhes forem convenientes. As mostras competitivas de curtas ainda serão exibidas na TV Pernambuco, com data a ser definida”.

Os seis longas nacionais selecionados para a mostra competitiva foram as ficções O Buscador (RJ), de Bernardo Barreto; Mudança (RS), de Fabiano de Souza; e Mulher Oceano (SP), de Djin Sganzerla; e os documentários Nós, que ficamos (PE), de Eduardo Monteiro; Memórias Afro-Atlânticas (BA), de Gabriela Barreto; e Ioiô de Iaiá (RJ), de Paula Braun.

Imagem do longa pernambucano “Nós, que ficamos”, de Eduardo Monteiro

Para a competição de curtas nacionais, estão filmes do Amazonas, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo. (Veja abaixo a lista completa de selecionados e detalhes).

O material divulgado pelo festival informa que um total de 941 filmes foram inscritos para as mostras competitivas. A seleção dos curtas e longas das mostras competitivas do Novo Cine PE ficou, mais uma vez, nas mãos dos curadores Edu Fernandes, crítico e programador do circuito Cine Materna, além de Nayara Reynaud, crítica de cinema, repórter, criadora e editora-chefe do site cultural Nervos (SP).

PREMIAÇÃO – O Júri Oficial de cada categoria das mostras competitivas será constituído por cineastas, críticos, pesquisadores e artistas com comprovada experiência, que serão responsáveis por indicar os vencedores para as seguintes categorias do Troféu Calunga: categoria de longa-metragem (Melhor Filme de longa-metragem, Melhor Direção, Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Roteiro, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte, Melhor Trilha Sonora, Melhor Som, Melhor Montagem); categoria de curta-metragem (Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor Roteiro, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte, Melhor Trilha Sonora, Melhor Som, Melhor Montagem).

Além das categorias selecionadas pelo Júri Oficial, o público irá escolher os premiados pelo Júri Popular, por meio do aplicativo oficial do festival, e os críticos da Associação Brasileira de Crítico de Cinema (Abraccine) também escolherão os melhores filmes nas categorias competitivas das Mostra de Curtas Nacionais e Mostra de Longas Metragens.

Ainda que acontece de forma remota, a produção do Novo Cine PE produz a cerimônia de apresentação dos curtas e longas direto do Cinema São Luiz (Recife). A cerimônia foi gravada e será exibida sempre antes dos longas. Quem assume a apresentação do festival pelo segundo ano consecutivo é a atriz pernambucana Nínive Caldas que, inclusive, está no elenco de um dos curtas pernambucanos em competição: Quarto negro.

O Novo Cine PE 2020 também promete seminários realizados de forma on-line com temáticas girando em torno da interrogativa “Como encarar o desafio de empreender e fazer novos negócios num mundo afetado pela pandemia?”. Os encontros virtuais deverão acontecer entre os meses de novembro de 2020 e março de 2021, com divulgação mais detalhada em breve.

A Mostra Infantil de Cinema, uma das ações sociais do projeto, só será realizada com o retorno às aulas dos alunos das escolas públicas municipais e estaduais de Pernambuco. Além disso, não haverá artista homenageado neste formato de festival. Para Sandra Bertini, a homenagem só faz sentido com o calor do público. “É uma forma do artista chegar perto do fã, trocar energia. Um momento único tanto para o homenageado quanto para o público. Na edição de 2021 retomamos com os Calungas de Ouro”, explica a diretora do festival.

Confira, abaixo, detalhes dos 31 filmes selecionados para o 24º Cine PE

Identidade visual do festival neste 2020

MOSTRA COMPETITIVA LONGA METRAGEM 

Nós, que ficamos (PE) – Documentário – 71’05” 

Sinopse: Araripina, sertão de Pernambuco. Minas de gipsita e um imenso parque eólico circundam as propriedades de famílias que insistem em não migrar, apesar de uma década de seca e das constantes pressões que os exploradores de vento e minério exercem sobre elas. “Nós, que ficamos” acompanha a rotina de quem seguiu o contrafluxo do êxodo sertanejo e decidiu resistir a uma migração forçada pela política, economia e devastação do seu habitat.

Direção: Eduardo Monteiro

O Buscador (RJ) – Ficção – 86’ 

Sinopse: Isabela é filha de um poderoso político e cresceu em um contexto de regalias e luxo. Em seu processo de maturidade, Isabela se apaixona por Giovani, fundador de uma comunidade que prega a sustentabilidade e o amor livre, e, fascinada por uma lógica diferente de mundo, abandona tudo o que tinha na tentativa de construir uma vida diferente. É dia dos pais e tem quatro anos que Isabela não visita sua família. Na tentativa de uma reaproximação, ela decide apresentar Giovani aos pais e ao irmão, mas o que ela não esperava é, que de volta à casa, iria descobrir que seu Pai está envolvido em um dos maiores escândalos de corrupção já registrado no Brasil. Não existirá outra possibilidade, senão enfrentar e reconhecer os fantasmas do seu passado.

Direção: Bernardo Barreto

Memórias Afro-Atlânticas (BA) – Documentário – 76’ 

Sinopse: O documentário em longa-metragem “Memórias Afro-Atlânticas” segue os passos do linguista afro-americano Lorenzo Turner (1890-1972) em suas pesquisas conduzidas na Bahia no início da década de 1940. Ao longo de meses de trabalhos em terreiros de candomblé de Salvador e do Recôncavo Baiano, Turner produziu preciosos registros em áudio e fotografias, retratando a experiência linguística de personalidades religiosas como Mãe Menininha do Gantois, Joãozinho da Goméia e Manoel Falefá. Apresentando imagens e sons raros, o documentário “Memórias Afro-Atlânticas” revisita os terreiros de candomblé registrados por Turner em busca de memórias e remanescentes ainda vivos, quase 80 anos depois.

Direção: Gabriela Barreto

Ioiô de Iaiá (RJ) – Documentário – 75’ 

Sinopse: “Ioiô de Iaiá” é um documentário que narra a relação de sete casais juntos há cerca de cinquenta anos. Num tom intimista, somos introduzidos no convívio diário destes casais e descobrimos como eles amadureceram juntos através dos anos, em relatos que rememoram os sonhos realizados, as dificuldades transpostas lado a lado e aquelas, hoje, impostas pela velhice, os medos comuns, as mudanças na forma de perceber a relação ao longo da vida e no âmbito das transformações sociais do país nas últimas décadas. Amor, lealdade e a proximidade da morte revelam os desafios e a escolha de viver lado a lado. 

Direção: Paula Braun

Mudança (RS) – Ficção – 97’ 

Sinopse: 15 de janeiro de 1985. Tancredo Neves é eleito presidente do Brasil pelo voto indireto. O sociólogo Reinaldo e seu filho adolescente Caio voltam da praia para participar da Festa da Mudança em Porto Alegre. Em um dia histórico para o país, eles vivem uma jornada particular pela cidade. Enquanto Reinaldo precisa decidir seu futuro profissional, Caio mergulha em sua primeira paixão. Em meio a isso, um precisará compreender o outro

Direção: Fabiano de Souza

Mulher Oceano (SP) – Ficção – 99’ 

Sinopse: Recém chegada a Tóquio, uma escritora brasileira busca escrever seu novo livro, instigada pela última imagem que viu no Brasil: uma nadadora em mar aberto que parecia se transformar no próprio oceano.

Direção: Djin Sganzerla

 

MOSTRA COMPETITIVA CURTAS METRAGENS NACIONAIS 

Manaus Hot City (AM) – Ficção – 13’ 

Sinopse: Dois amigos se encontram para comer um bodó. A conversa entre eles percorre as cores e os cheiros das casas, cozinha no pavimento, no calor da cidade. Alguém fica e alguém parte.

Direção: Rafael Ramos

Vai Melhorar (RN) – Ficção – 17’20” 

Sinopse: Nos bastidores de uma campanha política para prefeito a apresentadora Luísa sofre com a difícil convivência entre os colegas de trabalho. É a última semana antes do primeiro turno e Luísa, longe de sua cidade e sua família, descobre um escândalo que pode comprometer toda a eleição. Agora ela precisa decidir não só o seu destino, mas o de uma cidade inteira.

Direção: Pedro Fiuza

Ex-Humanos (PE) – Ficção – 17’ 

Sinopse: Num futuro distópico, Ex-humanos alimentados por fugazes sensações descobrem uma nova e potente substância, o cinema.

Direção: Mariana Porto

Eu.tempo (PE) – Documentário – 18’20”  

Sinopse: Existe um tempo que não podemos medir? O que faz as horas contabilizadas pelo relógio virarem o “instante oportuno”? O documentário “Eu Tempo” investiga a nossa noção de temporalidade e como ela vem sendo moldada. O tempo subjetivo, a memória afetiva: o que o tempo não leva.

Direção: Thaíse Moura

Vigia – Um Olhar Para a Morte (BA) – Ficção – 22’ 

Sinopse: Salvador trabalha como segurança noturno em um banco e busca nos filmes de ação uma forma de superar sua rotina monótona, enquanto as fronteiras entre realidade e fantasia se tornam cada vez mais indefinidas.

Direção: Victor Marinho

Tá Foda (RS) – Animação – 4’20”

Sinopse: Sketches documentais sobre o futuro do Brasil.

Direção: Aline Golart, Denis Souza, Fernanda Maciel, Icaro Castello, Ligia Torres e Victoria Sugar.

O Homem das Gavetas (SP) – Animação – 8’56” 

Sinopse: Uma metáfora para os pecados capitais, através de um homem cujo corpo é feito de gavetas. Certo dia, uma de suas gavetas abre e ele começa uma busca para tentar preencher o vazio em sua existência. Animação baseada nas ideais surrealistas de Salvador Dali, em que o cenário surrealista combina com os pecados capitais. O curta-metragem tem aproximadamente 10 minutos e utiliza a técnica de animação stop motion.

Direção: Duda Rodrigues 

Neguinho (RJ) – Ficção – 20’15” 

Sinopse: Jéssica tem pouco tempo para ser mãe. É no transporte público – no caminho entre Nova Iguaçu e a Zona Sul do Rio – que ela passa maior parte do tempo com o seu filho Zeca. Jovem e negra, Jéssica sempre está com pressa: além de ser mãe solteira, ela também é universitária e estagiária em uma agência de publicidade. Nada vem fácil para ela. Ex-aluno de escola pública, Zeca agora tem uma bolsa de estudos em uma escola de elite da Gávea, mas ele já não é mais a criança feliz e comunicativa de antes. Jéssica então é chamada – com urgência – para uma reunião com Bárbara, a professora do seu filho. Bárbara, assim como Jéssica, é uma mulher negra e periférica. Em um encontro cheio de farpas, reflexões e visões de mundo distintas, um veredicto é dado e o destino de Zeca precisará ser decidido.

Direção: Marçal Vianna

O Sentinela da Frágil Fortaleza (CE) – Documentário – 9’ 

Sinopse: Um gigante dos mares descansa nas verdes águas da Praia de Iracema. Encalhado, despedaçado, corroído, o velho navio esfarela-se lentamente aos pés da cidade observando a rotina à sua volta. Mara Hope trava uma conversa solitária confessando seu amores, revoltas e desilusões por Fortaleza.

Direção: Alexandre Vale

“Taoquei?” (BA) – Documentário – 9’58” 

Sinopse: No meio de uma crise democrática, dois diretores de cinema se infiltram em uma manifestação política de extrema direita. O perigo está por todos os lados. É a nova era.

Direção: Klaus Hastenreiter, Chris Mariani e Clara Ballena

Cidade Natal (SP) – Documentário – 12’ 

Sinopse: Uma neta e seus avós conversam pelo telefone constantemente durante algum tempo. As memórias do tempo que estavam juntos tomam conta das conversas e criam a necessidade de se encontrar.

Direção: Ana Luísa Mariquito

A casa e o Medo (SP) – Animação – 4’ 

Sinopse: Quando um garoto é deixado sozinho, sua casa deve protegê-lo de uma sombra misteriosa que o persegue

Direção: Eduardo Aliberti, Henrique Truffi e Valentina Salvestrini

Duda (PR) – Ficção – 15’ 

Sinopse: É verão e Duda só quer ir a praia

Direção: Eugenia Castello e William Biagioli

Still de “Duda”, de Eugenia Castello e William Biagioli

O Que pode um corpo? (RS) – Documentário – 13’50” 

Sinopse: Um bebê nasce, mas não chora. Um corpo grita e não é ouvido. As tintas que escorrem em um futuro prometido, não chegam em uma pessoa com deficiência. Victor faz de si a própria tela em um universo de pintores ausentes.

Direção: Victor Di Marco e Márcio Picoli

“Baixas Lendas da Classe Média Alta I:Janaína-sem-cabeça”(MG) – Ficção – 07’48” 

Sinopse: Do conforto de seus privilégios Janaína se preocupa com os problemas do mundo que estão na moda. Em sua pobre cabeça, porém, moram as vozes de todos os seus mais reacionários antepassados. Tudo o que Janaína quer é uma consciência tranquila.

Direção: Bruna Schelb Corrêa

Metroréquiem (PE) – Documentário – 12’26” 

Sinopse: O cotidiano no metrô do Recife retrata as mais diversas e diferentes camadas sociais, mas o corpo que cai é sempre o marginal.

Direção: Adalberto Oliveira 

Estação Aquarius (AL) – Documentário – 13’47” 

Sinopse: Estamos sob influência da Era de Aquário, era de uma estação que ainda não chegou, mas que nos move a trilhar uma busca por um futuro mais igualitário em defesa da liberdade. Continuaremos resistindo e existindo, lutando contra o autoritarismo. Seguiremos em trânsito, transformando, transgredindo.

Direção: Fernando Brandão, Flávia Correia, Jairis Meldrado, Levy Paz, Rayane Góes e Ticiane Simões 

Céu da boca (SP) – Animação – 7’ 

Sinopse: Mari está se tornando um rinoceronte. Para ela essa transmutação é um sinal de que se tornou uma má pessoa, nesse cenário a protagonista entra em um processo de autoanálise ao se questionar sobre ser uma pessoa ruim em meio a tais processos metamórficos. 

Direção: amanda treze

Celular (PE) – Ficção – 9’ 

Sinopse: Celulares se tornaram uma extensão do ser humano. Guardam recordações, compromissos e segredos. Há quem diga que a troca de energias com esse objeto vai além da vida material. 

Direção: amanda treze

Reagente (RJ) –Ficção– 7’ 

Sinopse: Um café indigesto, uma conversa cheia de dúvidas, e as incertezas do futuro. 

Direção: Paulo Copioba

Fragile (MG) – Animação– 10’ 

Sinopse: Mr. Nakashima teve um passado interessante mas agora quer viver longe destas lembranças.Após anos de solidão, ele decide adquirir um robô para ajudar nos afazeres diários. A amizade vai crescendo e eles vivem felizes e tranquilos. Porém, uma criatura resolve fazer uma visitinha e as coisas começam a sair do lugar. 

Direção: Ramon Faria

Bonde (SP) – Ficção – 18’ 

Sinopse: Três jovens negros da favela de Heliópolis saem em busca de refúgio na vida noturna LGBT+ do centro da cidade de São Paulo

DireçãoAsaph Luccas

Cronofobia (GO) –Ficção– 18’ 

Sinopse: Durante uma noite de tédio, Roger passa a questionar sua sanidade quando começa a vivenciar anomalias estranhas em sua percepção de tempo. Há algo errado com Roger ou com a própria realidade? 

Direção: Luis Calil

 

MOSTRA COMPETITIVA CURTAS METRAGENS PERNAMBUCOS 

Perdidos (PE) – Ficção – 1’

Sinopse: Será que a gente vai se ver agora? 

Direção: Eduardo Santos e Renata Malta

Imagem de “Perdidos”, de Eduardo Santos e Renata Malta

O Menino que Morava no Som (PE) – Ficção – 19’58” 

Sinopse: No Brasil, algumas crianças surdas da periferia não possuem contato com a Língua de Sinais Brasileira, aumentando as barreiras sociais de comunicação. Há, também, famílias que não aceitam a surdez e optam pelo implante coclear, que por diversas vezes causa sofrimento à criança. Timba, menino pobre, surdo e periférico, precisa lidar com dificuldades de comunicação, entre frustrações e desejos. Esta realidade o faz experimentar sensações, até então, desconhecidas.

Direção: Felipe Soares

Presente de Deus (PE) – Documentário – 14’ 

Sinopse: No Recife, a ligação de alguns motoristas com seus carros é tão forte que alguns acreditam que o seu automóvel tem uma ligação com o divino

Direção: Daniel Barros

 Nimbus (PE) – Animação – 11’

Sinopse: Em uma terra árida e quase morta, um homem acende uma vela e reza. Uma tempestade começa a surgir.

Direção: Marcos Buccini

Mata (PE) – Documentário – 10’ 

Sinopse: Em uma região onde a floresta vem sendo devastada ao longo do tempo pela ação do homem, predar a natureza ou protege-la era o dilema central da vida de Seu João da Mata. A MATA que dá nome ao filme, passou a ser o sobrenome de Seu João, nascido na reserva Serra dos Cavalos, em Caruaru.

DireçãoColetivo Documentando | Marlom Meirelles

Cozinheiras de Terreiro (PE) – Documentário – 16’08” 

Sinopse: Um recorte sobre a tripla jornada de trabalho das Iabassês.

Direção: Tauana Uchôa

O Quarto negro (PE) – Ficção – 22’ 

Sinopse: Amélia é uma senhora que mora sozinha, imersa num universo particular de recordações e mistérios. Seus hábitos mais intrigantes e seu grande segredo estarão em xeque, quando passar a conviver com Sônia, uma cuidadora contratada pela sua filha Lúcia

Direção: CARLOS KAMARA

O mundo de Clara (PE) – Animação – 7’ 

Sinopse: Um poema visual sobre uma mulher em busca de reconcialiação com sua própria história

Direção: Ayodê França

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