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Festivais

3. Mostra Sesc (2019) – Premiação

Conheça os destaque da Mostra escolhidos pelo júri oficial. “Mateus”, de Déa Ferraz, é prêmiado

Por Luiz Joaquim | 11.11.2019 (segunda-feira)

– acima, em foto de Luiz Joaquim, Cláudio Ferrario Naruna Freita (Sesc-PE) e Déa Ferra, por Mateus

Uma semana muito especial (e necessária) ao cinema brasileiro encerrou-se no sábado (9) em Paraty. Sob comando de Fábio Bellotti e, particularmente, de Marco Fialho a 3ª Mostra Sesc de Cinema que deu exemplo de tratamento igualitário aos diversos cinemas feito no Brasil.

Ao longo de oito dias apresentou programas distintos contemplando as cinco regiões do País com título que, de uma forma mais direta ou mais suave, destacavam a riqueza cultural do Brasil, assim como as suas particulares demandas políticas.

Com suas sessões ladeadas por debates, seminários, lançamento de livros e oficinas a Mostra Sesc de Cinema definiu-se neste 2019 como mais uma ponto de exclamação no calendário cinematográfico do País.

Foi também no sábado que o evento concedeu uma premiação aos destaques desta edição. Cada trabalho escolhido recebeu R$ 20 mil em serviços profissionais, tendo sido analisados pelo júri oficial composto por Ivonete Pinto (RS), Frederico Machado (MA), Julia Katharine (SP), Lorenna Montenegro (PA), e Wertem Nunes (TO).

Sem receio de errar é fácil afirmar que a consciência da necessidade de continuidade desta Mostra, inclusive como mola de provocação educacional, cultural e, por que não, turística para a região foi um dos sentimentos – para quem esteve por lá – mais firmes durante a semana que encerrou.

Conheça, abaixo, os destaques selecionados pelo júri oficial da 3ª Mostra Sesc de Cinema:

– destaque em elenco, com ênfase no trabalho de Odilia Nunes – Mateus, de Dea Ferraz

– destaque em arquivo – A Praga do Cinema Brasileiro, de William Alves e Zefel Coff

– destaque em sequência dramática – Parque Oeste, de Fabiana Assis

– destaque em encenação – Ilha, de Ary Rosa e Glenda Nicacio

– menção honrosa em animação – Almofada de penas, de Joseph Specker

– personalidade da Mostra – Jurandir Amaral, diretor de Quilombo Mata Cavalo

Fila para sessão de “Bacurau” em frente ao “Cinema da Praça” (foto, Luiz Joaquim)

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