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Festivais

11. Janela (2018) – Premiados

Vencedores da 11° edição do festival recifense.

Por Delles Sassi | 12.11.2018 (segunda-feira)

– com informações da assessoria do festival, foto da capa de Victor Jucá.

A décima primeira edição do festival Janela Internacional de Cinema do Recife, encerrou-se na tarde do último domingo (11 de novembro). Ao longo de uma semana o festival promovido pela CinemaScópio Produções Cinematográficas e Artísticas com incentivo do Funcultura / Fundarpe, Secretaria de Cultura do Governo de Pernambuco com apoio da Prefeitura do Recife, Embaixada da França e o Centro Cultural Brasil Alemanha (CCBA), exibiu sessões no tradicional cinema São Luiz e nas salas da Fundação Joaquim Nabuco localizadas no Derby e em Casa Forte. Com a direção e curadoria de Kleber Mendonça Filho e Emilie Lesclaux.

O festival realizou mostras competitivas de longas e curtas-metragens, este último em dois eixos: nacionais e internacionais. Foram escolhidos seis produções em longa-metragem, entre eles dois brasileiros e uma co-produção Brasil/Argentina. Já as obras em curta-metragem somaram-se 19 filmes, dez destes para concorrer nacionalmente. Na ocasião, divididos em júri Oficial do Festival, o júri Canal Brasil, o júri Janela Crítica e o júri ABD/Apeci analisaram as produções selecionadas para a competição 2018, chegando aos vencedores deste ano das categorias de melhor som, montagem, melhor imagem e melhor filme.

Os longas Temporada, de André Novais e Inferninho, de Guto Parente e Pedro Diógenes, foram os mais premiados, confira a lista completa:

   Júri Oficial do Janela

Prêmio João Carlos Sampaio – Temporada, de André Novais (Brasil).

   Curtas Nacionais

Melhor filme – Noirblue, de Ana Pi.
Menção honrosa – Quantos eram pra tá?, de Vinicius Silva.
Melhor montagem – Conte isso aqueles que dizem que fomos derrotados, Aiano Bemfica, Camila Bastos, Cris Araújo e Pedro Maia Brito.
Melhor som – Inconfissões, de Ana Galizia.
Melhor imagem – Mesmo com tanta agonia, de Alice Andrade Drummond.

Entrega do troféu pela ‘melhor imagem’ com o close-up final de “Mesmo com tanta agonia” (foto de Victor Jucá).

   Curtas Internacionais

Melhor filme – Os homens atrás do muro, de Ines Moldavsky (Israel).
Melhor montagem – Eu Assinei a Petição, de Mahdi Fleifel (Reino Unido / Alemanha/ Suíça).
Melhor som – Seguir Adiante Sem Perdas, de Michael Robinson (EUA).
Melhor imagem – Pulando um dia, de Ivete Lucas e Patrick Bresnan (EUA).

“Na areia da praia, um grupo de garotas negras discute seus sonhos e planeja seu futuro, apesar do ambiente asséptico e opressor que as cerca. Concedemos o prêmio de melhor imagem internacional a Pulando um dia, de Ivete Lucas e Patrick Bresnan.”, justifica o júri.

   Longa-metragem

Melhor filme – Inferninho, de Guto Parente e Pedro Diógenes (Brasil).

“Vilém Flusser disse um dia que “homem é bicho que não pode viver, se não mora”. A dialética entre ficar e sair, resistir e existir, resumida no paradoxo: “se ganho o mundo, me perco e se me ganho, perco o mundo” é o ponto de partida e de chegada do filme que escolhemos premiar nessa edição do Janela. Em tempos em que nossa morada, aquele lugar em que vivemos, parece estar ameaçada, tomada de assalto pelos fascistas que não aceitam nossa existência, esse filme se torna imprescindível. Precisamos, mais do que nunca, “fazer carinho na vida””, o júri sobre a escolha de Inferninho na categoria Melhor filme.

Melhor montagem – Tradução Nervosa, de Shiren Seno (Filipinas).
Melhor som – Vermelho Sol, de Benjamin Naishtat (Brasil e Argentina).
Melhor imagem – Inferninho, de Guto Parente e Pedro Diógenes (Brasil).
Menção honrosa – à atriz Grace Passô, pela atuação em Temporada, de André Novais (Brasil).

   Prêmio Canal Brasil de Curtas

Troféu Canal Brasil – Plano Controle, de Juliana Antunes.

Entrega do prêmio Canal Brasil de Curtas (foto de Victor Jucá).

   Prêmio ABD/Apeci

Menção Honrosa – BR3, de Bruno Ribeiro.
Menção Honrosa – Quantos Eram Pra Tá?, de Vinicius Silva.
Prêmio da ABD/Apeci – BUP, de Dandara de Moraes.

   Júri Janela Critica

Menção Honrosa Nacional – Plano Controle, de Juliana Antunes.
Melhor Curta Nacional – Noirblue, de Ana Pi.
Melhor Curta Internacional – Eu Assinei a Petição, de Mahdi Fleifel (Reino Unido / Alemanha/ Suíça).

Os júris da XI edição foram formados, respectivamente, por: Oficial do Festival – Curtas: André Antonio, Cineasta e professor (PE), Luana Melgaço, Produtora, (MG) e Talita Arruda, Distribuidora (RJ); Oficial do Festival – Longas: Leonardo Mecchi, produtor (SP), Nina Velasco e Cruz, professora e pesquisadora (RJ/PE) e Pedro Henrique França, jornalista (PE); júri Canal Brasil – Carol Almeida, Júlio Cavani, Luiz Joaquim, Wanderley Andrade, jornalistas e críticos de cinema; júri Janela Crítica – Carolina Moura, Gabriela Souto Maior, Letícia Batista, sob a orientação do crítico Juliano Gomes; júri ABD/Apeci – Rayane Layssa. estudante de cinema e curadora; Vitória Liz, estudante de cinema e diretora de arte/figurinista; e Iris Regina, cineclubista e artista visual.

 

 

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